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Conheça Belo Jardim, Limoeiro e Passira

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Confira o roteiro turístico produzido pelo Rotas PE das cidades de Belo Jardim, Limoeiro e Passira, no Agreste de Pernambuco.

B 1BELO JARDIM – A escultura na entrada da cidade decreta: “Terra de Músicos”. O título vem desde o século 19, quando foram formadas as primeiras bandas musicais. O cantor Otto e a Sociedade Filarmônica de São Sebastião são alguns dos nomes que surgiram em Belo Jardim e possuem reconhecimento nacional. Com cerca de 75 mil habitantes, o município também é polo do artesanato, da atividade industrial, de festejos religiosos e de belas paisagens.

2 B A tradicional festa das Marocas ou Redenção, realizada anualmente no mês de julho, movimenta toda a população de Belo Jardim, que recebe turistas de várias partes do estado. Criada em 1970 por três belo-jardinenses, o encontro promove seis dias de forró com atrações populares como ciranda, coco de roda, bacamarteiros, concursos de quadrilhas e de carroças e burros mais enfeitados, além de encontros de sanfoneiros. O evento é considerado Patrimônio Imaterial de Pernambuco.

03 BÀs margens da BR-232, a casa rústica que abriga o Centro de Artesanato Tareco e Mariola chama a atenção. Lá se encontra a exposição e comércio de trabalhos de artesãos locais em barro, tecido, folha de bananeira, garrafas pet, couro, espelhos e casca de ovos. Os artigos têm preços que cabem em todos os bolsos.

A parada obrigatória é na zona rural da Serra dos Ventos. Situado a 15 quilômetros do centro da cidade, o distrito oferece um passaporte para a cultura. A Capela de São Vicente Férrer, por exemplo, foi construída por escravos em 1815. Voltada para a serra, o templo fazia parte de uma antiga fazenda que existia no local. Em seu interior, já alterado, encontram-se duas imagens do santo que dá nome à capela.

04 BNa Rua do Comércio está o Ateliê Ana Veloso. Uma casa cheia de charme que tem seus cômodos ocupados com peças confeccionadas por moradores da região que se utilizam de materiais simples para criar caixas, colares, pratos, gravuras, tapetes, assentos, molduras, bolsas, porta-retratos e diversos utilitários. No quintal, as obras misturam-se à natureza, criando um ambiente calmo e encantador.

Belo Jardim também é conhecida pelo turismo religioso. No bairro de Água Fria, o santuário a céu aberto de Frei Damião recebe, todo mês de setembro, milhares de romeiros. O local possui duas estátuas gigantes do Frei Capuchinho, uma pequena capela para orações e uma vista panorâmica.

LIMOEIRO- Uma cil 1dade de encantos e histórias. Segundo uma antiga lenda, Limoeiro foi uma aldeia de índios tupis, numa região com muitos pés e limão, o que justifica o nome do município que é famoso pelas raízes musicais e pela gastronomia com pratos típicos derivados do milho.

Na música local se destaca o cantor Toinho de Limoeiro, que interpretava músicas românticas num estilo seresteiro. Danças nol 03rdestinas também são fortes na região, como o coco de roda, a ciranda e o forró. O município também é famoso pela tradicional festa junina que conta com grandes nomes da música brasileira e atrai turistas de vários locais do estado.

Além da cultura, o município proporciona oportunidades de lazer. Uma subida de 670 degraus ao Morro do Redentor leva l 02ao Cristo, símbolo de fé para os moradores e turistas que vão ao local para pedir e agradecer as bênçãos recebidas. Lá do alto também é possível ter uma vista panorâmica da cidade de Limoeiro, da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação e dos municípios vizinhos. A alguns quilômetros do estátua do Cristo está a Pedra do Cristo Salvador, onde são realizadas Vias Sacras durante o período da Páscoa. O acesso a ambos os pontos também pode ser feito de carro.

P 2 PASSIRA-  possui nada menos que cinco mil bordadeiras entre seus cerca de 30 mil habitantes. A tradição passada de mãe para filha fica evidente num simples passeio pelas ruas da cidade, já que elas fazem o bordado geralmente em frente às suas casas conversando com as vizinhas. O trabalho manual da região, durante muito tempo, teve presença garantida nos casamentos da aristocracia recifense. Não é à toa que Passira é conhecida como a “Terra do Bordado”.

P 3Na entrada da cidade fica o Centro Cultural e Comercial do Bordado. Uma galeria onde alguns comerciantes vendem peças artesanais produzidas pelos moradores. No centro está a Associação das Mulheres Artesãs de Passira, que conta com 40 bordadeiras que fazem artigos de cama, mesa e banho, além de roupas adulto e infantil. Os produtos são vendidos no local, por encomenda e pela internet, a partir de R$ 5. Anualmente, elas expõem seus trabalhos na Feira Nacional de Negócios e Artesanato (Fenearte) em Olinda. No mês de novembro, o município promove uma grande feira que atrai compradores e admiradores do artesanato de todo país.

P 4Nos últimos anos tem crescido a prática de esporte de aventura e turismo rural, como trilhas de motocross, passeios ciclísticos e cavalgadas. A cidade também é cheia de histórias, a maioria delas criada pelos índios que habitaram a região. A cultura popular em Passira é bastante rica. A brincadeira do Cavalo Marinho é uma das principais manifestações. Há também repentistas, emboladores e os teatros de mamulengo, geralmente presentes em festas, como a de Nossa Senhora da Conceição e de São José. A gastronomia é caracterizada pela fava de coco, um prato que acompanha qualquer tipo de carne.

 

 

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