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Festival leva a magia do Cinema a Carpina

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Por Josi Marinho

Há magia e encanto na sétima arte, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Carpina promove no período de 06 a 11 de novembro o 1º Festival de Cinema de Carpina. Na programação estão as exibições de filmes brasileiros de longa-metragem e curta-metragem, além de oficinas cinematográficas. O evento acontece no auditório da Escola Técnica Estadual Maria Eduarda Ramos de Barros, localizada à Av. Padre Rocha, bairro São José. O homenageado será o cineasta Cláudio Assis.

O festival recebeu 350 filmes de diversos lugares do Brasil, que foram submetidos a uma seleção através da curadoria do cineasta Lula Magalhães e o crítico de cinema Vicente Azevedo. Desses, compõem a mostra cerca de mais de 50 produções de Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia e Mato Grosso do Sul.

A programação conta diariamente com duas sessões. Sendo uma à tarde, dirigida a alunos de rede pública e privada de ensino e à noite, com seções abertas ao público em geral. O festival conta ainda com duas oficinas de roteiro e de interpretação.

O evento é formado por exibições e mostras competitivas e disputam as categorias: melhor curta-metragem e melhor longa-metragem; além do melhor ator, atriz, roteiro e diretor. Uma equipe de três jurados analisará argumento, roteiro, criatividade e qualidade técnica (atuação, montagem, fotografia e som). Os vencedores serão contemplados com o troféu “O Carpinteiro”, confeccionado pelo artesão carpinense Miro dos Bonecos.

A realização do 1° Festival de Cinema de Carpina é da produtora Cultural “Balão de Imagem”, em parceria com a prefeitura de Carpina, através da secretaria de Educação e Cultura, e com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Turismo, Esporte e Lazer, da EMPETUR, e outros parceiros, a exemplo do Jornal Voz do Planalto, Rádio Naza FM, Focco Cine, Gomes e Brandão advogados e associados, entre outros.

Homenageado- Cláudio Assis, natural de Caruaru, atuou no movimento cineclubista e fundou cineclubes em diversos cursos universitários e em organizações comunitárias. Em 1993, em Olinda, fundou a produtora Parabólica Brasil, responsável pela produção de uma série de curtas-metragens de destaque em festivais nacionais e internacionais. Paralelamente ao seu trabalho de diretor, assumiu a direção de produção do primeiro longa-metragem pernambucano após 20 anos, “O Baile Perfumado”. Por duas vezes foi vice-presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta – Metragistas e por duas vezes presidiu a representação desta instituição em Pernambuco. São de sua autoria as produções “Amarelo Manga”, “Baixio das Bestas”, “Febre do Rato”, “Big Jato” e “Piedade”. Através dos seus trabalhos, conquistou um dos mais importantes prêmios do cinema nacional, incluindo o prêmio da crítica internacional, além de receber outros reconhecimentos por sua contribuição ao cinema.

Programação- A Cerimônia de abertura acontece no dia 06 de novembro e na ocasião será exibido o curta-metragem “O Lápis”, de Cleyton Melo, e o longa-metragem “Mar Inquieto”, de Fernando Mentelli. No dia 07 é a vez de “Peleja no Sertão”, 15″ (CE), O Lago”, 25″ (SP),  “Feliz Ano Novo”, 17″ (SP),  “O Roncador”, 19″ (PE), “Chanson D’Amour”, 13″ (RJ),  “Amor em 30 segundos”, 13″ (RJ), além de “O silêncio da noite é que tem sido testemunha das minhas amarguras”, 78″ (PE) de Petrônio Lorena.

Dia 08 tem “Maria cachoeira”, 11″ (MG), Maria”, 17″ (AM), “Estranho Ímpar”, 15″ (SP), Entre Os Ombros”, 19″ (SP),  “Nóia” 15″ (SP), “Marias”, 15″ (GO), “Iluminadas”, 13″ (PE), “Sangria”, 17 (SP)  e

“O crime da cabra”, 90″ (SP), de Ariane Porto e Teresa Aguiar. Na quinta-feira (09) serão exibidos “Latossolo”, 18″ (BA), “Lightrapping”, 22″ (SP), “Meninas Formicidas, 13″ (SP), “Deuteronômio 22, 06″ (SP), “Punhos e leis”, 13″ (SP), “Baunilha”, 13″ (PE), “Autofagia”, 11″ (PE), “A Dança de Júlia”, 03″ (PE), “Nena Cajuína”, 10″ (PE) e  “Onde Nascem os Bravos”, 85″ (CE), de Daniell Abrew.

No dia 10 a programação segue com o “Autômatos”, 06″ (RJ), “Rosalita”, 19″ (MG),”Ferida”, 15″ (SP),  “Embaraço”, 21″ (SP),  “Xavier”, 13″ (SP),  “A Vez de Matar, a Vez de Morrer”, 25″ (MS) e  “A Lenda do Gato Preto”, 96″ (CE), de Clébio Viriato Ribeiro. A cerimônia de encerramento acontece no sábado (11) e contará com as apresentações de “Adultera” de Edvaldo Batista e “Big Jato”, de Cláudio Assis, baseado no livro de Xico Sá.

 

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