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I Simpósio Sobre Suicídio é realizado em Carpina

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Foi realizado, na última sexta-feira (29), o I Simpósio Sobre Suicídio do Carpina. O evento ocorreu no auditório da prefeitura do município, reunindo profissionais da área de saúde, como psicólogos, terapeutas, enfermeiras, psiquiatras e assistentes sociais, como também estudantes e autoridades públicas para debater o tema.

Pioneiro na cidade, o simpósio trouxe à tona a necessidade de se identificar os sinais de distúrbios mentais como depressão, síndrome do pânico, esquizofrenia e todo tipo de desvio que leve o indivíduo a tentar contra a própria vida. “A discussão sobre o suicídio tem que ser explanada diariamente. É um problema silencioso, que pode afetar qualquer um. O suicídio não é o caminho para o ser humano, porque a vida é seu bem mais precioso” afirmou a Secretária de Saúde do Carpina, Jacilene Lourdes da Silva.

WhatsApp Image 2017-09-29 at 12.59.12Para a Coordenadora de Saúde Mental do Município, Julliana Peres, é necessário que o profissional de saúde conheça os sintomas comportamentais de pacientes com algum tipo de perturbação mental. “A importância do simpósio é ter um entrosamento de toda rede de saúde. Nós recebemos profissionais que trabalham em postos de saúde, hospitais escolas e SAMU. Todos receberam sua dose de atualização sobre o tema. Agora eles sabem que em qualquer suspeita podem direcionar o paciente ao CAPS ou CRAS” disse Juliana.

Uma das palestrantes foi a Psicóloga do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), Gessica Amorim, que ressaltou a importância do debate com profissionais e também com a população. “Temos que ler e estudar esse tema suicídio, fazendo reuniões clínicas e o mais importante escutar sempre o que o paciente esta dizendo por que existem fases diferentes de um suicida. É necessário saber identificar para depois ajudar”, afirmou Gessica.

A Secretaria de Saúde do Carpina oferece tratamento intensivo ou semi-intensivo a pacientes com distúrbios ou perturbações mentais, através do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), com o acolhimento, terapia individual, atendimento psiquiátrico e dispensação de medicamentos.

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